Carros desportivos de alta cilindrada esperam correr em pista autónoma na redução de emissões – Automóvel

Itália estará em conversações com a Comissão Europeia para encontrar formas de proteger os construtores dos automóveis desportivos, como a Ferrari e Lamborghini, das restrições que Bruxelas pretende impor aos veículos a gasolina e a gasóleo até 2035, avança a Bloomberg, citando fontes do governo de Mario Draghi.Dizendo que o governo italiano apoia os planos da Comissão Europeia de reduzir as emissões, “no mercado dos automóveis há um nicho, e decorrem negociações com Bruxelas” de como as novas regras se vão aplicar aos veículos desportivos cujas unidades vendidas são menores que as principais marcas, declarou Roberto Cingolani, ministro da transição ecológica, à Bloomberg TV.
“Esses carros precisam de tecnologia especial e de baterias para a transição”, declarou. Um passo relevante, acrescentou, é que “Itália garanta independência na produção de baterias de alta performance e é por isso que estamos a lançar um programa para uma ‘giga-factory’ para instalar no país uma unidade de produção de larga escala de baterias”.A Comissão Europeia anunciou em julho planos para que a partir de 2035 seja proibida a venda de carros com motor a combustão. O calendário, diz a Bloomberg, é particularmente apertado para os construtores de carros de gama alta que produzem motores com muita potência, emitindo gases com efeito de estudo acima da média.A Ferrari vendeu cerca de 9.100 veículos em 2020, enquanto a Lamborghini vendeu 7.400. 


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